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| Abril/2012
Das Vagas e dos Sem-vagas
Prof. Roney Signorini
Assessor e Consultor Educacional
roney.signorini@superig.com.br
Dia desses recebi e-mail com um texto de Bertolt Brecht, destacado dramaturgo, poeta e encenador alemão do século XX. Como artista marxista concentrou-se na crítica ao desenvolvimento das relações humanas no sistema capitalista, por óbvio. Nasceu em fevereiro de 1898 e morreu em agosto de 1956, mês de cachorro louco.
Nossas identidades só ocorrem pelo fato de ambos sermos aquarianos. Nada mais. “Primeiro levaram os negros, mas não me importei com isso. Eu não era negro.
Em seguida levaram alguns operários, mas não me importei com isso. Eu também não era operário.
Depois prenderam os miseráveis, mas não me importei com isso porque eu não sou miserável.
Depois agarraram uns desempregados, mas, como tenho meu emprego,
também não me importei.
Agora estão me levando, mas já é tarde.
Como eu não me importei com ninguém, ninguém se importa comigo.”
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Fevereiro/2012
Transferência como (in)utilidade
Prof. Roney Signorini
Assessor e Consultor Educacional
roney.signorini@superig.com.br
Depois de quase quatro décadas na estrada da administração educacional superior, em instituições privadas, detenho-me na reflexão do “instituto da transferência”.
Na LDB, que trata do assunto na esfera pública, há pouco ou quase nada. O que ocorre
na particular é quase uma farra do boi (não exclusiva de Santa Catarina), pelo país todo
prevalecendo disputas acirradas de “quem tirou/ficou” com o aluno de quem.
A avaliação desse cenário é tão estarrecedora no Brasil, diferentemente do resto do mundo
onde isso não acontece, que vale pontuarmos inicialmente os motivos e razões da análise.
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Fevereiro/2012
Lenha na Lareira das Vagas*
Prof. Roney Signorini
Assessor e Consultor Educacional
roney.signorini@superig.com.br
Na edição de VEJA, dia 21 de janeiro/12, como sempre, o economista Gustavo Ioschpe brindou os leitores com excelente artigo tratando do corte de vagas em instituições de ensino superior como sendo crime de lesa-pátria.
Leitura que sempre agrada muito, mergulhar no título, avançar pelo lide e iniciar com a fome que Deus nos deu pra ver onde a coisa vai chegar.
Quem ganha idade depois dos sessenta, atravessando situações, postos e cargos administrativos ou executivos, sabe bem o que significa "...chegou pessoal novo no andar de cima." No caso, no MEC.
E a observação serve para qualquer tipo de atividade profissional/empresarial, inclusive no setor educacional. Inexiste a continuidade, retocada/melhorada/aprimorada. Não, é guilhotina e pá de cal.
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Outubro/2011
Quem
Vai Pagar a Conta?
Prof. Roney Signorini
Assessor e Consultor Educacional
roney.signorini@superig.com.br
Na
sexta-feira, 21, acordamos com o noticiário educacional
informando sobre o aumento da carga horária diária
na educação básica (fundamental e médio), que pode
passar de quatro para cinco horas.
Desnecessário dizer que alguém terá de pagar essa
conta, nas públicas e nas privadas. Na área educacional
há modalidades diferenciadas de relações trabalhistas:
o mensalista, o aulista, o horista, etc.
Assim, subir a carga de 800 horas em 200 dias letivos
para 1.000 horas, ou seja, um acréscimo de 25% poderá
encarecer essa prestação de serviço diretamente
ao Estado e no bolso dos pais.
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Junho/2011
A
culpada é a Geni
Prof. Roney Signorini
Assessor e Consultor Educacional
roney.signorini@superig.com.br
Mas,
quem, afinal, é a Geni no tocante aos resultados
dos últimos exames propostos pela OAB, em nível
nacional? São as faculdades, a própria OAB e as
dificuldades nos testes, o MEC, o Inep e suas avaliações,
o CNE e suas aprovações de cursos?
Um momento. Nove entre dez são reprovados? Aí tem
gato na tuba e miando num diapasão irreconhecível:
Rá diminuto. Dá pra entender? Claro que não! Não
existe isso. Ou seja, continuam buscando o vilão
onde ele não está e nunca esteve: no curso superior.
É a história do “mais embaixo”: no fundamental e
médio. Claríssimo.
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Junho/2011
Gramática
Corrupta (também?)!
Prof. Roney Signorini
Assessor e Consultor Educacional
roney.signorini@superig.com.br
Desde
o último dia 13 instalou-se uma farra bovina da
gramática quando dezenas de vozes se levantaram
quanto ao uso de livro didático do MEC que defende
o emprego de linguagem popular. Valha-me Deus!
Espocaram manifestações radicais, pontas de icebergs,
como a de Clóvis Rossi, pela Folha, que suscitou
dezenas de pedradas iranianas, bem como o moderado
Pasquale Cipro Neto. Salomão Schvartzman esteve
no palco da Band NewsFM, Thais Arbex (IG São Paulo).
Pela Folha Dirigida botaram a boca no trombone Terezinha
Machado da Silva, Alessandra Bizoni, Antonio Luiz
Mendes de Almeida e Terezinha Saraiva. Pelo jornal
O Globo surgiu Marcos Bagno e muitos outros. A Academia
Brasileira de Letras também se manifestou por nota
oficial discordando da posição do MEC querendo justificar
a desnecessidade de observação das normas cultas
do idioma nos livros de Língua Portuguesa. “Vamo
nóis”. Bom, não é mesmo?.
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www.roneysignorini.com.br - 2010 |
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