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Novo
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
Elaborado por Prof. Ms. Ana Tereza Pinto
de Oliveira |
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O
Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa,
celebrado entre os oito países que têm a língua
portuguesa como idioma oficial – Portugal, Brasil,
Angola, Cabo Verde Guiné-Bissau, Moçambique,
São Tomé e Príncipe, Timor-Leste –, entrou em
vigor, aqui no Brasil, em 2009.
Como é meramente ortográfico, esse Acordo restringe-se
à língua escrita, não afetando nenhum aspecto
da língua falada. Assim as mudanças vão limitar-se
à acentuação, ao uso do hífen e à grafia das
palavras (estas alterações de grafia não se
farão em nosso país). No Brasil, somente cerca
de 5% das palavras sofrerão modificações. Vamos
às alterações. 
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Agosto/2010
Tá
com a Razão mas vai Preso – Ultimato de uma Discussão
Prof.
Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br Em
artigo publicado em vários sítios, na última quinta-feira,
dia 12, Roberta Muriel ( leia-se Carta Consulta
– Editau ) publicou o artigo (www.abmeseduca.com
) que faltava para esconjurar as recentes medidas
de avaliação propostas vias transversas para a avaliação
das IES: Avaliação ? Contratem Um Cérebro, Urgentemente
!!!. Recomendo sua leitura, também urgentemente,
porque tem-se pela frente uma safra de avaliações
in loco, calendarizadas. E mais, dar um “print”
no texto para distribuir a todos os colaboradores
de direção das IES. Fala nos diversos enroscos e
“imbróglios” que sujeitam daqui pra frente a saúde
das escolas superiores, à mercê e à deriva dos sistemas
normativos, sem nexos de causa e de caso. Coisa
do tipo “vamos ver no que dá”.
É dela também a afirmativa de muita propriedade
que os problemas são inúmeros e a possibilidade
de, mesmo seguindo os instrumentos, estarmos em
falta com o atendimento à legislação é enorme. E
a conseqüência já se sabe: não fez nada mas vai
preso do mesmo jeito.
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Agosto/2010
Fim dos Professores
(autoria
desconhecida)
Está trafegando na internet o texto abaixo, do qual
me aproprio.
O
e-mail que me chegou trazia no final as indicações:
Participação: Luciano Zanelli (Copacabana – Rio
de Janeiro)
Formatação: Rosa Ro rosa-ro@uol.com.br
O
ano é 2.109 D.C. - ou seja, daqui a cem anos - e
uma conversa entre avô e neto
tem início a partir da seguinte interpelação:
– Vovô, por que o mundo está acabando?
A calma da pergunta revela a inocência da alma infante.
E no mesmo tom, vem a resposta:
– Porque não existem mais PROFESSORES, meu anjo.
– Professores? Mas o que é isso? O que fazia um
professor?
O velho responde, então, que professores eram homens
e mulheres elegantes e dedicados, que se expressavam
sempre de maneira muito culta e que, muitos anos
atrás, transmitiam conhecimentos e ensinavam as
pessoas a ler, falar, escrever, se comportar, localizar-se
no mundo e na história, entre muitas outras coisas.
Principalmente, ensinavam as pessoas a pensar.
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Agosto/2010
APROVA
ou REPROVA
— Avaliação sob julgamento
Prof.
Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
Inicia-se
um novo semestre letivo. Estarão nas salas de aula
os rematriculados e os novos ingressantes dos seletivos.
Os primeiros talvez tenham sido promovidos com aprovação
total no semestre anterior ou carreguem alguma(s)
dependência(s). Os segundos, muitos com mínima qualificação
e capacitação para a carreira universitária, mesmo
assim lograram ingresso. Outros deles atravessaram
o vestíbulo da universidade carregando aprovações
automáticas da educação básica. (Aliás, o candidato
ao governo de São Paulo Aloísio Mercadante tem posição
firmada, declarando que acabará com a aprovação
automática nas escolas paulistas, se for eleito,
mas não promoverá uma política de repetência dos
estudantes da rede pública.)
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Julho/2010
Bomba,
Bomba !
Prof.
Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
Embora
com 64 anos de idade, e não entenda nada de armas
nem de munições, começo a pensar na possibilidade
de fazer um curso sobre esses artefatos, tiro ao
alvo, defesa pessoal, e comprar revistas especializadas.
Quem sabe iniciar por estágios em “paint ball”.
O mais perto que chego sobre algo contundente é
o velho estilingue e nunca consegui sequer acertar
um pardal, na infância.
Mas, cá pra nós, o futuro se avizinha em escuridão,
preto total, de onde precisarmos todos nos tornar
Senhor da Guerra ou Senhor das Armas.
Essa foi minha percepção ao ler notícia no site
sobre as declarações do candidato do PSOL à presidência
nas próximas eleições,Plínio de Arruda Sampaio,
mais um que começa a dar tiros pra todo lado, nas
quais ele “defende o fim das escolas privadas”,
querendo tornar o sistema educacional totalmente
público. Valha me Deus ! É o que faltava para uma
festança, tipo farra do boi educacional.
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Julho/2010
Inteligentzia
Eleitoral
Prof.
Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
Nunca
fui partidário político senão pela forma de governo:
republicano e democrático.
Avizinhando-se outro momento de eleições, os candidatos
começam a dar tiros pra todo lado e os eleitores
ficam reféns de afirmações e promessas de campanhas
que extravasam o bom senso, ou melhor, vão ao risível,
ao ridículo, como o perpetrado pela candidata Dilma
ao prometer em entrevista de rádio numa emissora
de Londrina, no Paraná, que criará, com o ProMédio,
bolsas de estudo em escolas privadas para alunos
de baixa renda, abrindo vagas no ensino particular
a alunos carentes. A promessa decorre do ranking
divulgado pelos resultados do Enem, que apontou
o enorme desastre do ensino público.
A candidata não está interessada em alocar verbas
para melhorar o fundamental e o médio em escolas
públicas, mesmo com os demonstrativos de que tais
escolas estão em desespero socioeducacional. Não,
ela quer resolver por vias políticas que os carentes,
mais uma e outra vez, se beneficiem do cardápio
de benesses de outra “bolsa” no curtume governamental.
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Julho/2010
Biruta Maluca – uma aparente redundância
Prof.
Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
Dizem
por aí que uma coisa é uma coisa e que outra coisa
é outra coisa. Confere.
Do Aurelião, biruta é “Aparelho que indica a direção
dos ventos de superfície, empregado nos aeródromos
para orientação das manobras dos aviões, e que tem
a forma de uma sacola cônica, instalada perpendicularmente
à extremidade dum mastro.”
Assim, biruta maluca seria o instrumento girando
em si mesmo, tresloucadamente, aos ventos de ciclones
e tempestades sem definição de orientações. É o
setor educacional no fundamental e médio. Assim,
nossa aeronave de terceiro grau, do superior, é
refém dos ventos. Como pousar e decolar com segurança,
com vento pela frente pelos lados ou pela cauda?
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www.roneysignorini.com.br - 2010 |
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