Roney Signorini Roney Signorini FIlho Tereza Loffredo Bilton Bianca Signorini Antadi Ana Tereza Pinto Oliveira Educomunicação consultoria e assessoria educacional
2009
SETEMBRO

FONOAUDIOLOGIA EM GERONTOLOGIA
Tereza Loffredo, BiltonHeloísa Suzuki, Luciane Teixeira Soares e Juliana Paula Venites

Introdução (subtítulo 1)
O envelhecimento da população brasileira e a mudança na sua estrutura etária requerem das políticas públicas e dos profissionais que atuam junto a esta população atitudes voltadas à prevenção e a promoção da saúde.
É certo que a reabilitação é imprescindível para atender à demanda dos idosos, ao passo que visa à otimização da capacidade funcional e resulta na melhoria da qualidade de vida desses indivíduos.


O ENFOQUE DA FONOAUDIOLOGIA EM UNIDADES DE INTERNAÇÃO

Tereza Loffredo Bilton, Juliana Paula Venites e Luciane Teixeira Soares

O fonoaudiólogo é um dos profissionais que integra a equipe de saúde que atende nas unidades de internação. A inserção da Fonoaudiologia, nesse contexto, é recente mas não menos necessária, visto que o fonoaudiólogo é um dos profissionais que contribui na definição de diagnósticos e condutas terapêuticas que propiciem melhor qualidade de tratamento dos indivíduos internados. Atualmente, o trabalho fonoaudiológico em hospitais está se ampliando com a percepção de sua importância por parte de outros profissionais da saúde e dos gestores hospitalares.

 

Pente Fino nos Clippings
Prof. Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br

Nos últimos dias de agosto os clippings de material educacional ficaram recheados de notícias, senão provocantes um tanto preocupantes.
E nada é novidade lembrando Sísifo que padeceu empurrando uma pedra morro acima, que rolava abaixo, sem nunca conseguir alcançar o topo. Tarefa que foi imposta por ter mentido.

Na presente análise, é claro, não que a educação seja a mentira mas as autoridades nacionais de ensino, os sísifos da educação, continuam a perpetrar o mesmo trabalho do condenado na mitologia. É o que parece pelas notícias que seguem, coletadas em jornais e revistas.

No Rio de Janeiro, portal Terra, pelo projeto do MEC a proposta é de preparar/capacitar diretores, professores e coordenadores na sua quarta edição, ampliando o curso de prevenção ao uso de drogas nas escolas públicas. Nas edições anteriores somente aos profissionais que atuavam nos anos iniciais do ensino fundamental mas agora extensivo ao médio. Podiam aproveitar a chance e tratar um pouco sobre o tema pedofilia.

Com todo o cuidado porque pode haver usuários de drogas entre docentes como também os adeptos de “favores infantis”.
São 25 mil vagas para todo o Brasil. É pouco e não é nem remediar.

De Brasília, via o Estadão, vem nova Resolução do Cons. Federal de Biologia (CFBio) que está dificultando a obtenção do registro profissional para alunos formados a distância se o curso não for reconhecido. Nada mais justo, correto e legal. E não vai ser fácil reconhecê-los, portanto, cobertos de razão. Como sempre a notícia peca por não indicar quais instituições de ensino estão perpetrando diplomas sem o reconhecimento do curso.

Ainda do Estadão, a leitura reitera informações de que o problema da formação de pessoas no País é gravíssimo pois na creche e pré-escola só atingimos a metade do previsto no PNE, cujo período está acabando este ano. No fundamental o atraso é de 20 anos em relação ao proposto na Constituição de 1988. Atualmente, uma em três crianças deixa o sistema sem completá-lo. Ao final do ensino médio a evasão atingirá metade dos estudantes, resultado muito pior do que a nossa realidade econômica e demográfica aceita.

Quanto ao ensino superior, continuamos com taxas de atendimento próximas à metade da
existente em nossos vizinhos. Ou seja, caos completo no presente e sobretudo no futuro.

Do mesmo Estadão, a notícia que as empresas estão com muita dificuldade para encontrar
profissionais qualificados, tudo decorrente da formação que os jovens não estão obtendo porque as escolas insistem na não formação para os mercados, com currículos e conteúdos
irreais para o escopo principal: a empregabilidade.

Das 5.490 vagas para profissionais com nível superior, oferecidas pelo sistema este ano, só 893 foram preenchidas, ou seja, 16,3%. Até dezembro vamos chegar a novo recorde de sobra de vagas.

Em outra nota, pelo viés, a Confederação Nacional da Indústria(CNI) contratou junto ao Ibope a pesquisa “Retratos da Sociedade Brasileira: Educação” constatando que a maiorias dos brasileiros não acredita que a escola prepare para o mercado de trabalho. No levantamento, 40% dos entrevistados acreditam estar o aluno razoavelmente preparado, após o médio ou superior para a empregabilidade. Enquanto apenas 14% dos entrevistados com ensino médio completo acreditam que os estudantes saem da escola “bem preparados”, para conseguir um emprego estável. O índice chega a 30% na avaliação do nível superior. No mais, 61% apontam a qualidade da educação no Brasil como um dos gargalos que impedem o nosso desenvolvimento.

Pela Revista Veja pode-se ler a máxima isonômica tirada também da pesquisa Ibope/CNI na qual os entrevistados alegam que escola boa é a escola paga. E, na convicção deles, a descrença na capacidade de o estado brasileiro suprir as necessidades nacionais. Na visão do professor Remi Castioni, da UnB, o raciocínio do cidadão é claro: “Se saúde, política e transporte são ruins, então a educação pública também é, necessariamente, ruim”.


PROPOSTA PARA OS PRESIDENCIÁVEIS
São Paulo, 25 de agosto de 2010
Prezado(a) candidato(a)
Dentro das limitações impostas para apresentar uma sugestão educacional ( 10.500 caracteres – Arial 12 ), fico à disposição para ampliar em outro documento o que trato abaixo
roneysignorini@ig.com.br

Lembrando a máxima de “quem veio primeiro o ovo ou galinha ?”, me arrojo em afirmar que a primeira preocupação de V.S. deve ser, por ordem, focar a máxima atenção nos cursos de Pedagogia e Licenciaturas, ou seja resolver a a questão das formações que preparam tais licenciados.
Estes,deverão esta nas salas de aulas do Fundamental e Médio com excelentes capacidades e habilidades.
Mas, de onde eles viriam para estar frente da infância e juventude(adolescentes ) ?
Simples: egressos de cursos de excelente qualidade ( públicos ou privados ) tendo se submetido ao melhor dos currículos e respectivos conteúdos programáticos ( disciplinas ), habilitando-se não só para o presencial como também para o virtual. Quanto a este último,
nada existe, nada se propõe, é mistério abissal.

Até aqui, verdadeira esbórnia, incoerências e incongruências formativas. Com a palavra a educadora Eunice Duran. Aqui, não confundir práticas com estágios nem com atividades complementares.
Então, obtido tal grau de excelência, vamos conduzi-los para o trabalho nas salas de aulas do ensino básico de tal forma que efetivamente preparem os alunos à postulação da etapa seguinte, seja tecnológica ou bacharelado.

Com tal medida estaremos resolvendo alguns problemas:

a )eficiência e eficácia dos ensinos fundamental e médio;

b) proficiência para o ensino superior;

c) acabar com seletivos/vestibulares que unicamente se parametrizam pelo número de vagas admitidas por turno, conforme o CNE, que as IES, públicas ou particulares, se submetem, como se não houvesse disponibilidade territorial/espacial nelas para receberem mais alunos.
É preciso urgentemente acabar com essa camisa de força deixando à ociosidade milhões de carteiras e milhares de metros cúbicos ocupáveis. Temos pressa, muita pressa.

d) no particular seguinte, aqui sim, baixar normas de aprovação no mínimo 7,0(sete) para aprovação ao longo do curso, para evitar aprovações que não ganham uniformidade nacional pois bacharelar um com média final 5,0 e outro com média 6,0 ou 7,0 é promover o facilitismo brasileiro e da lei de Gerson.

e)abandonar a premissa que só Mestre e Doutor tenham espaço na universidade pois quem conhece o “chão da fábrica “ ( no mínimo graduados ) pode ensinar muito mais que os da “academia”. As maiores e melhores universidades do planeta avalizam tal assertiva.

f) propiciar subsídios ou incentivos para tais formações, junto às instituições privadas, de modo a quase gratificar tais cursos aos interessados, pois há alunos que custeiam seus estudos sem a menor perspectiva de zerarem os custos em quatro ou cinco anos após formados.

Como disse, há muito mais por ser dito e considerado nessa linha de pensamento: valorizar a formação de licenciaturas. Antes mesmo de crivar o ensino superior, o que pode ser concomitante até aguardar a primeira desova. Ou seja, plano/proposta de alcance no médio ou longo prazo. Não existe fórmula ou forma intermediária. É ou vai ou vai .

Requisitos para avaliação de proposta: MUITA CORAGEM E VONTADE POLÍTICA.

 

 
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