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| Fevereiro/2012
Lenha na Lareira das Vagas*
Prof.
Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
Na edição de VEJA, dia 21 de janeiro/12, como sempre, o economista Gustavo Ioschpe brindou os leitores com excelente artigo tratando do corte de vagas em instituições de ensino superior como sendo crime de lesa-pátria.
Leitura que sempre agrada muito, mergulhar no título, avançar pelo lide e iniciar com a fome que Deus nos deu pra ver onde a coisa vai chegar.
Quem ganha idade depois dos sessenta, atravessando situações, postos e cargos administrativos ou executivos, sabe bem o que significa "...chegou pessoal novo no andar de cima." No caso, no MEC.
E a observação serve para qualquer tipo de atividade profissional/empresarial, inclusive no setor educacional. Inexiste a continuidade, retocada/melhorada/aprimorada. Não, é guilhotina e pá de cal.
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Outubro/2011
Quem
Vai Pagar a Conta?
Prof.
Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
Na
sexta-feira, 21, acordamos com o noticiário educacional
informando sobre o aumento da carga horária diária
na educação básica (fundamental e médio), que pode
passar de quatro para cinco horas.
Desnecessário dizer que alguém terá de pagar essa
conta, nas públicas e nas privadas. Na área educacional
há modalidades diferenciadas de relações trabalhistas:
o mensalista, o aulista, o horista, etc.
Assim, subir a carga de 800 horas em 200 dias letivos
para 1.000 horas, ou seja, um acréscimo de 25% poderá
encarecer essa prestação de serviço diretamente
ao Estado e no bolso dos pais.
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Junho/2011
A
culpada é a Geni
Prof.
Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
Mas,
quem, afinal, é a Geni no tocante aos resultados
dos últimos exames propostos pela OAB, em nível
nacional? São as faculdades, a própria OAB e as
dificuldades nos testes, o MEC, o Inep e suas avaliações,
o CNE e suas aprovações de cursos?
Um momento. Nove entre dez são reprovados? Aí tem
gato na tuba e miando num diapasão irreconhecível:
Rá diminuto. Dá pra entender? Claro que não! Não
existe isso. Ou seja, continuam buscando o vilão
onde ele não está e nunca esteve: no curso superior.
É a história do “mais embaixo”: no fundamental e
médio. Claríssimo.
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Junho/2011
Gramática
Corrupta (também?)!
Prof.
Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
Desde
o último dia 13 instalou-se uma farra bovina da
gramática quando dezenas de vozes se levantaram
quanto ao uso de livro didático do MEC que defende
o emprego de linguagem popular. Valha-me Deus!
Espocaram manifestações radicais, pontas de icebergs,
como a de Clóvis Rossi, pela Folha, que suscitou
dezenas de pedradas iranianas, bem como o moderado
Pasquale Cipro Neto. Salomão Schvartzman esteve
no palco da Band NewsFM, Thais Arbex (IG São Paulo).
Pela Folha Dirigida botaram a boca no trombone Terezinha
Machado da Silva, Alessandra Bizoni, Antonio Luiz
Mendes de Almeida e Terezinha Saraiva. Pelo jornal
O Globo surgiu Marcos Bagno e muitos outros. A Academia
Brasileira de Letras também se manifestou por nota
oficial discordando da posição do MEC querendo justificar
a desnecessidade de observação das normas cultas
do idioma nos livros de Língua Portuguesa. “Vamo
nóis”. Bom, não é mesmo?.
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Maio/2011
Ogeriza
aos números
Prof.
Roney Signorini – Consultor Educacional
roneysignorini@ig.com.br
Nunca
tive muita intimidade com os números e quando percebo
alguém com grande domínio sobre eles, na matemática
ou aritmética, me sinto um tanto pequeno. Pra falar
a verdade, bem amedrontado e até tentei tirar tal
“paura” lendo algumas obras de Malba Tahan. Ineficazes.
Vez por outra lemos em jornais e revistas, ou mesmo
pela TV, a citação equivocada/imprecisa de cifras.
Para quem escreveu o texto parece não significar
muito a diferença entre milhões e até bilhões, falando,
por exemplo, sobre a dívida interna/externa.
Chegam a informar que em algum cataclismo o número
de mortes foi de perto de 500 pessoas quando em
verdade foram 300 ou 700. E por aí vai. Pouco importando
se cem a mais ou cem a menos. Às vezes, milhares
como o recente tsunami no Japão.
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Dezembro/2010
Tributo
ao professor Kássio Vinícius Castro Gomes
Igor
Pantuzza Wildmann
(Advogado – Doutor em Direito. Professor Universitário)
Com
autoria de Igor Pantuzza Wildmann,e publicado pela
www.consae.com.br , aproprio-me para publicação
em meu site do texto abaixo que pode ter o título EU ACUSO.
‘Mon devoir est de parler, je ne veux pas être
complice’. (Émile Zola)
‘Meu dever é falar, não quero ser cúmplice’.
(Émile Zola)
Foi uma tragédia fartamente anunciada. Em milhares
de casos, desrespeito. Em outros tantos, escárnio.
Em Belo Horizonte, um estudante processa a escola
e o professor que lhe deu notas baixas, alegando
que teve danos morais ao ter que virar noites estudando
para a prova subsequente. (Notem bem: o alegado
“dano moral” do estudante foi ter que... estudar!).

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www.roneysignorini.com.br - 2010 |
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